Empregos para o Clima no mundo

As campanhas de empregos climáticos estão a mostrar o caminho para uma transição energética justa, abordando a crise climática com uma perspectiva de serviço público. Fornecendo bases comuns para organizações de trabalhadores e organizações de justiça climática para trabalhar em conjunto, as campanhas também fornecem uma oportunidade real para vencer a transição justa. Nesta sessão, vamos discutir a situação actual em vários países onde a campanha está activa (incluindo Portugal).

no Trabalho na Era das Alterações Climáticas

24 de Novembro, sábado, 14h00

Oradores

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Ana Mourão (Climáximo, Portugal)

Ana é PhD em Antropologia e está envolvida no activismo climático com o Climáximo desde 2015. É uma das fundadoras da campanha Empregos pelo Clima em Portugal e co-editora do relatório “100 000 Empregos para o Clima” (2017). Ela também faz parte da Sambacção Lisboa – Ritmos de Resistência, desde 2014.

Sean Sweeney (Sindicatos pela Democracia Energética, EUA)

seanSean Sweeney é director do Programa Internacional sobre Trabalho, Clima e Meio Ambiente do Instituto Murphy, da Universidade da Cidade de Nova York. Ele também coordena os Sindicatos para a Democracia Energética (TUED), uma rede global de 42 sindicatos de 16 países. A TUED defende o controle democrático e a propriedade social dos recursos energéticos, infraestrutura e opções.

Andreas Ytterstad (Bridge to the Future, Noruega)

andreas ytterstadAndreas Ytterstad é presidente da Concerned Scientists Norway. Ele foi autor do primeiro folheto norueguês de Empregos para o Clima, e uma das principais figuras da Conferência anual e Aliança Pontes para o Futuro na Noruega. Em 2018, ele também foi o apresentador de uma série de televisão em 4 partes, transmitida no Canal de Conhecimento público, com base nas Conferências das Pontes para o Futuro. Link para o primeiro programa sobre empregos climáticos aqui.

Moderador: Danilo Moreira (Sindicato dos Trabalhadores de Call Center, Portugal)