All posts by admin

Sessão de Encerramento

Que conclusões tirámos dos IV Encontros Internacionais? Quais serão os próximos passos? Como iremos conseguir dar forma à transformação ecossocialista? Se queres saber como vamos impulsar esta rede internacional e quais serão as próximas acções, vem à sessão de encerramento, no dia 25, às 16h e descobre como podes ajudar a construir uma sociedade mais justa e que respeite o planeta e os seus seres vivos e que coloque os seres vivos e o planeta acima dos lucros.

25 de novembro, Domingo, 16h00

Abordagens Indígenas e Ocidentais para a Regeneração de Ecossistemas, Sociedade e Ser Humano

Sabemos que a mera “sustentabilidade” não será suficiente para confrontar apropriadamente as alterações climáticas, o colapso de ecossistemas e a extinção das espécies. Embora seja necessário desmistificar a ilusão do “crescimento verde” e do “desenvolvimento sustentável”, esta sessão irá focar-se no potencial para a construção de uma sociedade regenerativa – uma mudança de sistema, da exploração da natureza para a cooperação com ela. Explorando filosofias e práticas regenerativas tanto em antigas tradições indígenas como em abordagens modernas ocidentais, os oradores partilharão sobre a sua experiência em restauração de ciclos hidrológicos, ecossistemas e comunidades, e sobre a construção de movimentos para mudanças sociais eficazes.

25 de Novembro, Domingo, 10h00

Oradoras/es

LaDonna Bravebull Allard (Lakota, EUA)

LadonnaLaDonna Bravebull Allard: historiadora, anciã e avó Lakota; iniciou o primeiro campo de resistência contra o oleoduto Dakota Access, que deu origem aos protestos de Standing Rock nos EUA. e o movimento global de “protetores de água”.

Teena Pugliese (Standing Rock, EUA)

teenaTeena é uma cineasta e activista digital que actualmente vive na Reserva Standing Rock, no Dakota do Norte. Em 2016, ela viajou para lá para ajudar a criar conteúdo para parar o Dakota Access Pipeline. Ela co-produziu, editou e filmou conteúdo para Awake: A Dream From Standing Rock, um documentário actualmente na Netflix sobre o movimento NODAPL. Viaja pela Turtle Island (EUA) e ao redor do mundo criando conteúdo sobre importantes questões indígenas que constantemente fogem aos mediatradicionais. Ela agora ensina os jovens de Standing Rock, orientando-os sobre como contar suas próprias histórias e filmar, editar, produzir conteúdo que ajudará a mudar a narrativa do território nativo.

Elizabeth Peredo Beltrán

elizabeth.peredoElizabeth Peredo Beltrán, psicóloga social, investigadora, escritora e activista da Bolívia. O foco do seu trabalho é a água como bem comum, ambiental e cultural.

Marina Nobre

MarinaMarina Nobre é coordenadora de projectos. Graduada em Medicina Tradicional Chinesa, trabalha na área agro-florestal e é co-fundadora de “Reflorestar Portugal”.

Martin Winiecki (Tamera, Portugal)

MartinMartin Winiecki, activista, escritor e networker, coordena o Instituto para o Trabalho de Paz Global, em Tamera, e é facilitador da Aliança “Defend the Sacred”.

Arte e Intervenção Ecofeminista

Poder {ecofeminismos} artes e palavras.
Criação e subversão.
Dizer, performar, tomar a terra…

Quatro artistas apresentam e discutem a sua abordagem ao ecofeminismo através da arte, na sua pesquisa, nos seus processos de criação e de intervenção cultural.

em Ecofeminismos

25 de Novembro, domingo, 10h00

Oradoras

Carla Cruz e Leonor Pardacarla_cruz

Carla Cruz e Leonor Parda são artistas e investigadoras independentes, sedeadas a norte do Equador, a este do meridiano de Greenwich e separadas pelo Golfo da Biscaia e pelo Canal da Mancha. As suas práticas artísticas individuais exploram metodologias feministas, práticas colaborativas, construção de comunidade, desobediência crítica, microeconomias dos afectos, apoio mútuo e a interdependência fluida como formas de resistência aos processos de globalização neoliberal.

Judite Canha Fernandes

Judite FNascida no Funchal, 1971. É doutorada em Ciência da Informação, licenciada em Ciências do Meio Aquático, pós-grad. em Ciências Documentais, Biblioteca e Arquivo e procura um pós-doutoramento em Estudos Literários. É escritora, performer, curinga [teatro d@ oprimid@], feminista, bibliotecária, activista, mãe, investigadora, sem nenhuma ordem em especial. Gosta de coisas muito diferentes e é algo avessa à ordem. Foi representante da Europa no Comité Internacional da Marcha Mundial das Mulheres entre 2010 e 2016. Deu conferências e palestras um pouco por todo o mundo sobre género e feminismos e, sempre que a convidaram para assim conversar, fez o melhor que pode.

Teena Pugliese (Standing Rock, EUA)

teenaTeena é uma cineasta e activista digital que actualmente vive na Reserva Standing Rock, no Dakota do Norte. Em 2016, ela viajou para lá para ajudar a criar conteúdo para parar o Dakota Access Pipeline. Ela co-produziu, editou e filmou conteúdo para Awake: A Dream From Standing Rock, um documentário actualmente na Netflix sobre o movimento NODAPL. Viaja pela Turtle Island (EUA) e ao redor do mundo criando conteúdo sobre importantes questões indígenas que constantemente fogem aos media tradicionais. Ela agora ensina os  jovens de Standing Rock, orientando-os sobre como contar suas próprias histórias e filmar, editar, produzir conteúdo que ajudará a mudar a narrativa do território nativo.

Moderadora: Joana Louçã

Ecofeminismos, conhecimento e acção política

A tecnociência e o conhecimento tradicional e popular. O capital, origem e destino – sem antes nem depois. Imaginários e alternativas, as demandas ecossocialistas. Os ecofeminismos, conhecimento dissidente, prática resistente.

em Ecofeminismos

24 de Novembro, sábado, 16h00

Oradoras

Irina Castro (Centro de Estudos Sociais, Portugal)irina

Ecológa de formação Universitária, Irina Castro é investigadora júnior do Centro de Estudos Sociais (CES) e estudante de doutoramento CES-Faculdade de Economia, Universidade de Coimbra, com bolsa financiada pela FCT. Castro é também membro da European Network of Scientists for Social and Environmental Responsability. Integra ainda a Oficina de Ecologia & Sociedade do CES.

Gea PGea Piccardi (Centro de Estudos Sociais, Portugal)

Eleonora Gea Piccardi é doutoranda em Democracia no Século XXI no CES (Centro de Estudos Sociais, Coimbra) com um projecto sobre a descolonização e a praxis (eco) feminista do movimento curdo, dos anos 90 aos dias de hoje. Ela é uma militante internacionalista e feminista. Participa de vários projectos, como o grupo de pesquisa EcoSoc na CES, a revista online de filosofia feminista IAPh Italia e o projecto editorial independente Elementi Kairos.

Moderadora: Paula Sequeiros

Capitalismo, Colonialismo e Androcentrismo

Entretecidos os sistemas de exploração e opressão económicos, étnicos e raciais, de género. Fronteiras e divisões erguidas e contestadas. Povos despossuídos, culturas quebradas, bens naturais ameaçados – o apropriado é reclamado. O desastre ecológico abala, marca o tempo e convoca a humanidade. Ecofeminismos, histórias, convergências, (a)fazer agora.

em Ecofeminismos

24 de Novembro, sábado, 10h00

Oradoras

Federica Raverafederica

Pós-Doc no CREAF – Centro de Pesquisas Ecológicas e Aplicações Florestais, Barcelona (Abril 2009 – Setembro 2009); Pós-Doc na Universidade de Leeds · Escola da Terra e Meio Ambiente, Leeds (Dezembro 2006 – Dezembro 2011). Doutoramento pela Universidade Autónoma de Barcelona; Cátedra de Agroecologia e Sistemas Alimentares – Vic-UCC.

Amaranta Herrero

Amaranta HAmaranta Herrero é socióloga e engenheira agrónoma com doutoramento em Sociologia Ambiental. A sua área de especialização é focada no estudo de conflitos ambientais, com um ênfase específico sobre questões de género, energia e alimentação. Ela frequentemente conciliou o seu trabalho de investigação com activismo climático e alimentar. Trabalhou no European Corporate Observatory (Bruxelas), investigando e fazendo campanha sobre a influência dos lobbies de agrocombustíveis na aprovação da Directiva de Energia Renovável e no projecto EJOLT (Environmental Justice Organizations, Liability and Trade), mapeando lutas ambientais e espaços de resistência. Actualmente, é investigadora do Projeto Agri/Culturas do Centro Nacional de Biossegurança e Ecologia Genética (GENØK) em Tromsø, Noruega. Entre outros tópicos, escreveu sobre conflitos socioambientais, imaginários sociais, formas quotidianas de resistência, política de cuidados, ecofeminismo e o Antropoceno.

Elizabeth Peredo Beltrán

elizabeth.peredoElizabeth Peredo Beltrán, psicóloga social, investigadora, escritora e activista da Bolívia. O foco do seu trabalho é a água como bem comum, ambiental e cultural, e ecofeminismo.

Moderadora: Gaia Giulianni

Artivismo: Criatividade Estratégica para Mudança Ecossocial

Este workshop participativo e dinâmico examinará algumas das intervenções mais criativas e eficazes do nosso tempo. Vamos concentrar-nos em como as acções foram usadas com sucesso para criar mudanças duradouras, reformular narrativas e abrir espaço para novas ideias. Também veremos uma diversidade de tácticas criativas disponíveis, com o objectivo de inspirar todos os que participam com muitas novas ideias de maneiras de criar mudanças.

24 de Novembro, Sábado, 14h00

Orador:

Kevin Buckland

Buckland, Bio Photo (1)“A arte não é um espelho da realidade, mas um martelo com o qual moldá-la.” – Bertolt Brecht. De circos de papelão e graffiti, a insufláveis gigantes e acção directa criativa: Kevin é um Artivista independente que passou a última década trabalhando dentro do movimento de justiça climática global para elevar o papel da criatividade e da cultura na criação de mudança. Ele trabalha tanto no apoio aos movimentos, para que sejam mais criativos, mas também em apoiar os artistas a serem mais estratégicos com o seu trabalho. Ele vê a mudança cultural como fundamental para a mudança política, e tem vindo a compreender cada vez mais a mudança cultural como mais sobre a forma como  organizamos, do que o que organizamos. Sigam-no no Twitter: change_of_art ou Instagram: coloresamor

A armadilha do gás: dos EUA à UE

A apresentação do gás natural como “combustível de transição” é a falácia utilizada pela indústria petrolífera e pelos petroestados para garantir a sua sobrevivência durante as próximas décadas. Para isso, têm contado com o apoio de governos como o russo, o americano e a União Europeia. A armadilha do gás quer prender-nos num rumo catastrófico, como vamos travá-la?

25 de Novembro, Domingo, 14h00

Oradoras/es

Frida Kieninger (Food & Water Europe, Europa)

frida_newsletterFrida Kieninger está baseada em Bruxelas e é oficial da campanha Food & Water Europe, que promove a proibição de fracking na Europa. Trabalhando com grupos locais europeus e investigadores baseados nos EUA, ela trabalha sobre a consciencialização dos inúmeros riscos do fracking (fractura hidráulica). Depois de completar sua tese de mestrado sobre agricultura intensiva no sul da Espanha, Frida envolveu-se com questões relativas ao sistema alimentar europeu, bem como a transição para um sistema de energia sustentável, energia comunitária e questões de justiça climática. Lidou com várias questões alimentares e energéticas no contexto das instituições da UE e das ONG de Bruxelas.

Alfons Peréz (Observatório da Dívida na Globalização, Espanha)

alfons-perezAlfons Pérez é engenheiro eletrotécnico e possui mestrado em sustentabilidade. Actualmente trabalha para o Observatório da dívida na globalização, onde analisa as políticas energéticas da UE a partir de um ângulo geopolítico e destaca a influência da lógica financeira na esfera energética. Uma dessas políticas é a estratégia energética da UE, cujo objectivo principal é diversificar os fornecimentos de combustíveis fósseis com vista a reduzir a elevada dependência da Rússia. Esta estratégia implica a construção de importantes infra-estruturas de importação e interligação entre os Estados-Membros, especificamente as linhas de gás de alta tensão e os mega-pipelines.

João Camargo (Climáximo, Portugal)

JCJoão Camargo é um militante anticapitalista e pela justiça climática. Graduou-se como cientista animal e engenheiro ambiental. Activista em movimentos de trabalhadores precários e na luta contra a tróica, trabalhou em ONGs ambientais, foi jornalista e professor universitário em Moçambique. Está actualmente activo no movimento pela justiça climática Climáximo. Participa na campanha internacional Empregos para o Clima e na luta contra a prospecção e produção de petróleo e gás em Portugal. Publicou Que se lixe a Troika (2013), Manual de Combate às Alterações Climáticas (2018) e Portugal em Chamas – Como Resgatar as Florestas (2018). Escreve regularmente em jornais e outros meios de comunicação sobre Energia, alterações climáticas, ambiente e política. Em 2019, vai defender sua tese de doutoramento, suborinada ao tema Alterações Climáticas como uma Nova Metanarrativa para a Humanidade.

Kevin Buckland (Gastivists, Europa)

Buckland, Bio Photo (1)“A arte não é um espelho da realidade, mas um martelo com o qual moldá-la.” – Bertolt Brecht. De circos de papelão e graffiti, a insufláveis gigantes e acção directa criativa: Kevin é um Artivista independente que passou a última década trabalhando dentro do movimento de justiça climática global para elevar o papel da criatividade e da cultura na criação de mudança. Ele trabalha tanto no apoio aos movimentos, para que sejam mais criativos, mas também em apoiar os artistas a serem mais estratégicos com o seu trabalho. Ele vê a mudança cultural como fundamental para a mudança política, e tem vindo a compreender cada vez mais a mudança cultural como mais sobre a forma como  organizamos, do que o que organizamos. Sigam-no no Twitter: change_of_art ou Instagram: coloresamor

Moderadora: Helena Silva (Climáximo, Portugal)

Comércio “Livre” vs Nós e o Planeta

As regras do comércio mundial, ditadas pela Organização Mundial de Comércio, deram origem a uma nova geração de acordos internacionais de comércio “livre” que apagam deliberadamente as questões sociais, ambientais e climáticas da equação. Outro comércio global, que tenha como verdadeiro objectivo a distribuição de riqueza e poder, não implicando a destruição do planeta, é urgente.

cancelado

Oradoras/es

Amélie Cannone

[only in English]

Tom Kucharz

[only in Spanish]

José Oliveira

joseProfessor de inglês e português no ensino básico e secundário, ex-membro da Plataforma Não ao Tratado Transatlântico, membro de Corporations-Zero Tolerance, investigador de política económica internacional, modelista e dirigente sindical

Moderador/a: tba

Experiências ecossocialistas no mundo: um debate crítico

Respostas anti-capitalistas radicais à crise ecológica estão a surgir em todo o mundo através de movimentos populares. Já temos alguns casos em que tais propostas tiveram vitórias significativas na luta política. Apesar das limitações devidas ao imperialismo e aos mecanismos do mercado global, há muitas lições que podemos extrair de tais experiências. Neste painel, teremos uma visão crítica das experiências na Bolívia, Nicarágua e Curdistão.

25 de Novembro, Domingo, 14h00

Oradores

Elizabeth Peredo (Solon Foundation, Bolivia)

elizabeth.peredoElizabeth Peredo é uma psicóloga social, investigadora, escritora e activista boliviana. Ela co-fundou a Tahipamu (Oficina para a Participação da Mulher na História) em La Paz nos anos 90, coordenou o Comité Nacional para a Proteção dos Direitos dos Trabalhadores Domésticos e investigou, publicou e fez campanha pelos direitos dos trabalhadores domésticos desde 1999. Ela esteve envolvida na luta pela água, produzindo relatórios, livros, artigos e roteiros em vídeo sobre justiça económica, novos paradigmas e justiça climática. Ela promove a Campanha do Outubro Azul na Bolívia, um movimento social pela protecção da água como um bem comum, faz parte do conselho consultivo da Rede pela Justiça no Investimento Global e é membro do Conselho de Directores da Food and Water Watch em Washington. Desde 2006, ela é directora executiva da Fundação Solon, com sede em La Paz, trabalhando em questões relacionadas à água, economia, cultura e feminismo.

Matthias SchindlerMatthias Schindler

Nascido em 1952, em Hamburgo, na Alemanha. Participação em mobilizações anti-imperialistas desde as manifestações contra a guerra do Vietnam nos anos 60. Activista do movimento internacional de solidariedade da Nicarágua desde 1979. Trabalhador industrial e sindicalista durante 30 anos. Aposentado. Cientista político.

Öner Öztürk (Mesopotamia Ecology Movement, Curdistão)

onerÖner é membro da Assembleia de Ecologia em Batman (Curdistão do Norte / Turquia), bem como da organização guarda-chuva Movimento de Ecologia da Mesopotâmia. Ele esteve envolvido no movimento ecológico local em Bakur (norte do Curdistão) até muito recentemente e actualmente vive na Finlândia.

Moderator: Sinan Eden (Climáximo, Portugal)

Transição e Soberania Energética

Dos países aos municípios, das cooperativas às empresas públicas, a transição energética participada e democrática é a única garantia de soberania energética, poder popular e cortes radicais de emissões de gases com efeito de estufa, garantindo energia acessível às populações por todo o mundo.

em Justiça Climática e Democracia Energética

24 de novembro, Sábado, 18h00

Oradoras/es

iñakibarcenaIñaki Barcena

Iñaki Barcena é licenciado em Direito (1980) e Doutor em Ciências Políticas e Sociais (1990). Ele é professor de Ciências Políticas e Gestão e professor visitante nas universidades de Bradford, Hamburgo e Nevada. Ele é membro da equipe de investigação Parte Hartuz, da Unidade de Formação da pesquisa EMAN e do conselho editorial das revistas Ecología Política, Viento Sur e ZER. Em 1995 e 1996, representou grupos ecológicos espanhóis no European Environmental Bureau em Bruxelas.

Alba del Campo (Por Cádiz Sí Se Puede, Espanha)

Alba del Campoalbadelcampo coordena o Conselho de Transição de Energia de Cádiz. É jornalista, conselheira de processos de transição energética e formadora, e trabalha para o grupo político Por Cádiz Sí Se Puede, no conselho provincial de Cádiz. Licenciada em Ciências da Computação (UCM) e com um Diploma de Estudos Avançados (DEA) pela Faculdade de Sociologia e Ciências Políticas da Universidade Complutense de Madrid, é membro da Plataforma para um Novo Modelo Energético desde 2012. Alba trabalha como assistente e oficial de comunicações da Equo no Parlamento Europeu (Greens/ALE) (2014-2015). Produziu dois documentários sobre o actual modelo energético e as alternativas em desenvolvimento: #Oligopoly2. The Electric Empire Strikes Everyone (Prémio Eurosolar 2013) e #OligopolyOFF, The Citizen Energy Revolution begins (2015).

Miguel Almeida

miguelalmeidaMiguel Almeida é licenciado em Economia com pós-graduações em Gestão de Instituições Financeiras e E-Business. Depois de ter trabalhado na banca, desde 2014 a sua actividade centra-se no sector cooperativo e economia solidária. É cooperador da Biovilla, cooperativa de desenvolvimento sustentável e membro da direcção da Coopérnico, primeira cooperativa de energias renováveis em Portugal. É membro da direcção da cooperativa integral Minga, em Montemor-o-Novo, onde vive.

Raphael Vale (Cooperativa Brasileira de Energia Renovável e Desenvolvimento Sustentável – COOBER, Brasil)

Advogado, formado pela UNAMA – Universidade da Amazônia, presidiu a Subseção da OAB de Paragominas (PA) por dois mandatos consecutivos (2004-2009), foi Conselheiro Estadual da OAB/PA (2010-2012), foi Membro da Comissão Nacional de Direito Ambiental – CONDA, da Ordem dos Advogados do Brasil (2010-2012), representou a OAB nas Conferências do Clima da ONU, realizadas em Copenhaga/Dinamarca (COP-15) em 2009, em Cancún/México (COP-16) em 2010, em Durban/África do Sul (COP-17) em 2011, assim como na Conferência da ONU de Meio Ambiente RIO+20 em 2012. raphaelIdealizador, co-fundador e presidente da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável e Desenvolvimento Sustentável – COOBER. Ministrou palestras em várias cidades do Brasil sobre a COOBER, energia renovável e distribuída e também sobre as relações jurídicas e as alterações climáticas. É membro do Instituto Silvio Meira, entidade cultural para fomentar a pesquisa e o estudo da ciência jurídica, no qual preside a cátedra de número V – Direito Ambiental e agrário. Está a cursar o Mestrado em Direito e Ciências Jurídicas: especialidade em Direito e economia, na Universidade de Lisboa.

Moderador: Guilherme Luz